Oito mandamentos para quem busca o equilíbrio na alimentação

equilíbrio na alimentação

Profissionais incrementam pirâmide dos alimentos, com água e atividades físicas.

 

Não é à toa que se fala em epidemia. Pra onde você olha. Pode ser em um shopping durante o dia. Ou no ponto de ônibus na hora da volta do trabalho, lá estão eles: os quilos a mais.

Um tormento para 52% das pessoas que vivem em São Paulo.

E quase sempre eles vêm acompanhados de velhas desculpas.

“Ah, casamento. eu era magrinho, eu era mais magro… e por aí vai.

Vamos acabar com isso, veja o que precisamos fazer para mudar os hábitos

A pirâmide é a base para o calendário saudável, uma tabela que funciona assim:

São oito tarefas que devem ser cumpridas todos os dias. Cada uma valendo um ponto.

– Comer de 3 em 3 horas
– Consumir alimentos integrais
– Beber ao menos dois litros de água
– Fazer exercícios
– Comer 3 frutas
– Duas porções de legumes ou verduras
– Uma porção de leite ou derivados
– Uma porção de proteína, pode ser carne, peixe ou frango

A soma diária dos pontos mostra se o dia foi verde ou saudável, se a conta deu amarelo, exigindo atenção, ou se o paciente está em alerta vermelho precisando mudar bastante seus hábitos.

Globo Repórter: E a palavra chave é a substituição?
Nutricionista do Posto: Substituição, disciplina e planejamento. Esse planejamento é muito importante. Sem o planejamento você acaba saindo da rotina e comendo o que não tá nos seus planos.

Um esforço que acaba rendendo grandes resultados.

Globo Repórter: Ela já tá botando calça jeans.
Noêmia Marques, esteticista: Eu não tava colocando uns meses atrás. Quando sentava parece que a gordura subia tudo no coração, dava falta de ar. Agora eu sento normal.

Paciente exemplar dona Iris agora está 20 quilos mais magra, ativa e uma verdadeira ativista do calendário saudável.

Globo Repórter: Mas foi difícil no começo?
Dona Iris: Ah, foi difícil, mas depois que eu comecei controlar, comecei ver que a minha saúde tava melhorando, aí me incentivou, agora eu faço com prazer a minha comida, não tenho preguiça de nada.

E é gente assim, como dona Iris, que aos poucos vai também provocando mudanças ao redor.

O pequeno comerciante da periferia de São Paulo estava acostumado a vender apenas o que o apetite dos jovens queria.

“Salgadinho, batata frita doce, bala, chocolate. eles chegam aqui, a primeira coisa que eles vê é esse chocolate aqui já vão comprando, conta o comerciante.

Mas há pouco mais de um ano.

“Foram pedindo fruta porque só tinha na feira, às vezes tinha 2, 3 dias por semana e aqui fez todo o dia a gente tem. Todo o dia a gente vai para o mercadão, traz fruta seca. Todo dia o pessoal desce, chega do trabalho 4, 5 horas e passa aqui e já compra”.

“Rapaziada não liga muito para isso, né? Talvez depois de uma certa idade é que eles vão acabar vendo que é verdade que a gente tem que consumir mais fruta”, diz o comerciante.

Tomara que a descoberta não demore demais.

 

Fonte: g1.globo.com
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